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Mostrando postagens de Agosto, 2007

CLUBE DE REGATAS VASCO DA GAMA, 109 ANOS.

VASCO DESDE CRIANÇA










Desde pequeno , quando jogava pelada pelas ruas da minha cidade natal, eu tentava imitar algum jogador do Vasco da Gama. Da minha geração(lá pela década de oitenta) todos queriam bater faltas como Roberto Dinamite, ter habilidade do Giovane ou ainda ser artilheiro como o garoto Romário.



Futebol tem dessas coisas, quando criança você sempre se imagina sendo o artilheiro do clube e fazendo gols nos momentos mais importantes, sempre é claro, ouvindo a torcida gritar seu nome das arquibancadas do maior estádio do mundo(o maraca).Você começa querendo ser ídolo e depois que cresce mais começa a ver que seu futebol não passaria nem na pior peneira da rua então nos limitamos a torcer. E é ai que começa a nossa história com o clube do nosso coração...







Quando você veste literalmente a camisa: defende , reza, sofre, vibra e se sente vencedor quando o clube ganha um título.No meu caso, já são trinta e dois anos de torcedor Cruz Maltino(sim, nasci vasco) e carrego-o comigo para…

DIA DOS PAIS

O dia é dos pais e eu deveria postar algo sobre ser filho dele. Mas os papéis se inverteram e quem me dá um presente é meu pai. O poema abaixo é dele, veio pelo correio dias atrás. A todos os pais do mundo , um pouco do meu amor que tenho pelo meu.









ZECA ! ... ESTOU CALMO!... CALMO!
de José Viana Pai para José Viana Filho


Zeca!...
Estou calmo!... Calmo!
Tranquilo!...Tranquilo!...
Lasso no ócio
Da minha insipiência óssea;
Longe, bem longe das vorazes vozes;
Do alto patamar do meus
Setenta vezes trezentos e sessenta e cinco dias
[ e mais um quarto,
Ou seja, mesmo setenta janeiro vezes dez
(Assim fica um pouco melhor ante a intuição geral
- intuitiva percepção);
Os sonhos – esses meus seguidores mais fiéis,
Companheiros invulneráveis, itinerantes, inseparáveis...
- Ainda continuam seguindo-se os passos,
Embora que estes, vez por outra, tropecem
E o façam não somente nas depressões urbanas,
Mas também, na imensa maioria,
Nas invisíveis pedras
Sobrepostas ao longo do caminho da vida,
Na estrada dos anos...

Que pen…