Pular para o conteúdo principal

ELEIÇÕES DO VASCO DA GAMA,2008.

O fim de uma era:

Eurico

E o começo de outra :


Roberto Dinamite

Foram mais de quarenta anos de troca de cargos, alianças , títulos , tropeços e muitos erros. A era Eurico Miranda termina e para nós ,vascaínos de verdade, que amam o clube acima de tudo, é um alívio.


Photobucket

Desde que assumiu a presidência , no início da década, Eurico Miranda declarou-se déspota e comprou briga e desgatou a imagem do clube ao extremo. Brigou com a imprensa(com desafetos declarados) , montou times equivocados, desafiou a rede globo, comprou torcida organizada, ensaiou vaias na social para Roberto Dinamite, brigou com diversos jogadores, babou Romário ao extremo ( a ponto de colocá-lo como técnico), fraudou eleições e tratava o clube Vasco da Gama como seu. Enfim , o fim...

Carlos Roberto Dinamite de Oliveira, o Roberto Dinamite, derrotou Amadeu Pinto da Rocha(Eurico retirou a candidatura e o apoiava ) por 140 votos contra 103 (com 3 votos nulos num total de 246 votantes) e será o 43º presidente da história do Club de Regatas Vasco da Gama, com posse marcada para o dia 1º de julho. Sua primeira e urgente missão é colocar o futebol no eixo de vitórias novamente e reerguer a auto-estima vascaína, com uma gestão de união e participação daqueles que realmente amam o clube.

Que o novo presidente tenha o equilíbrio necessário para comandar a nau vascaína. A julgar pelo seu talento em campo e seu dom político na assembléia legislativa do Rio de Janeiro, estamos em boas mãos. Enfim, um começo...

Roberto

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

POEMA COGITO DE TORQUATO NETO

UM POEMA QUE ME FEZ LEMBRAR






Ao encontrar e ler ,de Torquato Neto o poema Cogito,na mesma hora esqueci do que realmente procurava...

Poesia tem dessas coisas: lemos, absorvemos e ficamos pensando no que poderia ter feito ou sentido o poeta para se expor tão a fundo, e adentrar em nossas mentes e fazer o tempo voltar como uma espiral...

Torquato pertence ao grupo de poetas que viveram pouco (apenas 28 anos), deixaram uma obra curta e nem por isso fizeram mal uso das palavras nos poucos anos que tiveram para criar.

Ele também pertence ao grupo de poetas suicidas , um dia após completar 28 anos de idade (Ele nasceu em Teresina, Piauí, em 09 de Novembro de 1944), ligou o gás do banheiro e suicidou-se. Deixou um bilhete: "Tenho saudade, como os cariocas, do dia em que sentia e achava que era dia de cego. De modo que fico sossegado por aqui mesmo, enquanto durar. Pra mim, chega! Não sacudam demais o Thiago, que ele pode acordar"( Thiago era o filho de três anos de idade)...

Se ele foi c…

UM POUCO DA POESIA DE NAURO MACHADO

O ANAFILÁTICO DESESPERO DE NAURO


Poesia nunca é demais, e sendo de um ídolo seu então!...Haja inspiração correndo solta na minha cabeça ao terminar de ler qualquer poema de Nauro Machado. Para tornar essa quinta-feira quente, resolvi então publicar aqui alguns de seus poemas, para ser mais preciso cinco poemas.
Poemas lidos e relidos no decorrer da minha vida de leitor e admirador da obra desse poeta maranhense.Sempre que tenho dúvidas, meu ?manual prático para certezas da vida? é algum livro de Nauro . Ele dita sempre o tom certo para quem procura tirar um pouco os pés do chão.



RADIAÇÃO

Eu vi a glória nos lábios da eternidade.
Eu vi o universo inteiro na angústia do fogo.
Pelo canto noturno, em galés da alvorada,
Eu vi os farrapos trêmulos da última estrela.

*******

TRAGÉDIA

A grande aventura do poeta
Consiste em seu tão pequeno rio
A voltar para a imensa fonte dele.

*******


RELACIONAMENTO

O eterno não cabe
Naquilo que o come,
Se de mim não sabe
O vizinho homem.

Entanto me bebem
Os olhos alheios,
Até qu…

A LOIRA DO CEMITÉRIO DE JOSÉ MARIA SOARES VIANA

Uma lenda pode sobreviver no decorrer por várias gerações. Pode, inclusive, ser um marco para contar a história da formação de uma nação. Há diversos exemplos em nossa cultura e na de outros países. No folclore popular, adaptadas para o cinema e ou em clássicos da literatura, elas estão lá: lendas urbanas, rurais, infantis, mágicas, surrealistas, de terror...



A loira do cemitério é mais uma lenda popular, criada no interior do Maranhão, mas precisamente em Santa Inês. A loira aparece sempre na estrada do cemitério da cidade, pede uma carona para quem passa em algum veículo motorizado, e, ao passar por ela, o condutor pode apostar que a loira está de carona. Uns dizem que ela era uma menina que foi atropelada na estrada, outros falam que ela morreu de alguma doença, outros que foi assassinada pelo pai.




O que o autor fez neste livro foi dar uma biografia e tornar “real” a estória dessa lenda local. José Maria Viana coloca como pano de fundo, a história da criação do seu município (que nos…